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Marcas mineiras vendem para empresa britânica

Encontro de negócios aconteceu na FIEMG

Por Andréa Rachid

14/05/2019 16:55:06

 Atualizado em - 14/05/2019 17:03:34

Marcas mineiras vendem para empresa britânica

/ Foto: Sebastião Jacinto Júnior

Representantes da Evveervital, marca britânica de moda fitness, que conta também com lojas no México, estiveram hoje, (13), na FIEMG, para oportunidades de negócios com marcas mineiras de vestuário e acessórios.

“Conhecemos algumas marcas de Minas Gerais pelo Minas Trend. Trabalhamos com moda praia e fitness, mas dessa vez buscamos também outras linhas, como moda masculina, o ready to wearfeminino, e uma variedades de produtos, como presentes, meias, loungerie, uma gama de peças bem ampla”, explica Jaci Lynch, que representa o grupo. 

A empresa busca também por marcas que tenham um apelo sustentável, com bom acabamento e que façam private label.

Para Tereza Martins, da Sol e Ondas, marca de beachwear de Patos de Minas, esta é uma oportunidade de entrar no mercado internacional, principalmente o México, onde ainda não teve oportunidade de negócios. “Esta abertura também é um parâmetro pra gente crescer dentro do segmento, principalmente no que diz respeito à modelagem”, complementa a empresária.

Tereza conta que as peças que o grupo mais se interessou foram o maiô, o cropped e o body. “Nossa moda praia é muito bem vista lá fora. Temos preço, qualidade e acabamento. Então eu acredito que não vai ter erro”, afirma.

Boas perspectivas de negócios também para Vinícius Henrique, da grife de moda masculina Drazzo. "Eu vejo o mercado internacional como muito promissor e muito positivo”, conta Vinícius.

Segundo o empresário, a marca, de Divinópolis, está no processo de internacionalização há três anos, e por meio do CIN – Centro Internacional de Negócios da FIEMG, já participou de capacitações para exportação e feiras como a Colômbia Moda, e que de lá pra cá já conseguiu colher bons frutos. “Eu acho que o CIN tem um papel muito importante para as empresas que querem iniciar a sua internacionalização e exportar seus produtos. É preciso se estruturar, as normas são diferentes, o clima é diferente. Hoje, além do Brasil, vendemos também para parte da América Latina, e com este encontro, será o nosso primeiro contato direto com uma empresa da europa", conclui.

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